Post completo: Beholder
Depois de duas derrotas consecutivas nas enquetes, finalmente o beholder foi escolhido para estrelar o post completo! Por ironia, foi o post completo que atrasou. Ê, macumba!
Mas isso é passado. O que importa é que chegou a hora do beholder!
Religião: a crença dos beholders credita a criação da espécie a uma divindade conhecida como a Grande Mãe, que teria dado a luz ao primeiro beholder, chamado Kzamnal. Mas a Grande Mãe não é a única divindade cultuada pelos beholders, existe também Gzemnid, irmão de Kzamnal que ascendeu ao status de divindade, que incentiva a ascenção no poder através da aquisição de conhecimentos.
Voo: ao contrário do que se pensa, o voo do beholder não deriva de magia. Vários aventureiros perderam a vida tentando lançar, sem sucesso, a magia “antimagic field” sob a criatura. O beholder é capaz de voar devido a um gás chamado tiusium, mais leve que o ar, que fica armazenado em diversas câmaras ao redor do corpo da criatura.
Os olhos do beholder: o beholder possui um olho central e dez olhos adjacentes, cada um com um poder específico:
O olho central: o olho central dispara um raio de anti-magia, podendo controlar a abrangência desse raio com o abrir ou o fechar da sua pálpebra central. O olho central é consideravelmente útil no covil do beholder, já que a criatura possui a preferência de cercar sua morada com armadilhas mágicas, com o uso do raio de anti-magia, o beholder pode vagar livremente sem se preocupar em disparar alguma sem querer. É sempre importante lembrar que o raio de anti-magia anula os poderes dos outros olhos.
Charm person: geralmente este poder é utilizado contra criaturas solitárias. Com o charm person, o beholder conquista valiosos minutos de um interrogatório tranquilo, onde pode extrair informações da vítima, além de conhecimentos e segredos. Outro uso bastante comum do charm person é para angariar lacaios para trabalhar com escravos amigáveis no covil.
Charm monster: muito semelhante ao charm person, o charm monster é utilizado principalmente para conseguir lacaios para proteção do covil.
Sleep: muitas vezes um beholder precisa viajar por um local onde a população o teme e/ou o odeia. Para não desencadear uma guerra que com certeza perderia, o beholder utiliza o sleep para desabilitar uma eventual testemunha de sua passagem. Muitas vezes essa testemunha também vira uma refeição.
Telekinesis: talvez o principal poder do beholder, a telekinesis serve como a mão da criatura, utilizando-o para pegar e manusear objetos, além de outras formas de interação com o mundo ao redor. A precisão da telekinesis do beholder é lendária, comparando-se aos ofícios do mais proficiente artesão.
Flesh to stone: além do óbvio uso em combate, os beholders utilizam este poder para dar vasão à sua veia artística. Por se considerarem artistas natos, os beholders são bastante exigentes com relação ao material que escolhem, dando sempre preferência à pedra sobre qualquer outro. Normalmente o beholder usa o charm para convencer o alvo para parar em uma pose heróica para, então, transformá-lo em pedra. Outro uso bastante interessante do flesh to stone é o armazenamento de alimentos. Muitas vezes o beholder transforma uma criatura em pedra para, dias depois, desfazer o efeito e se alimentar da criatura.
Disintegrate: assim como o flesh to stone, disintegrate possui outros usos além do óbvio durante o combate. O disintegrate muitas vezes é utilizado pelo beholder para ampliar o seu covil mas, o principal uso deste poder é em conjunto com o flesh to stone, para dar detalhes personalizados às suas obras de arte. Diferente dos outros poderes, o beholder não é imune ao disintegrate lançado por outros beholders.
Fear: os beholders usam este poder para intimidar seus lacaios e eventuais invasores.
Slow: o uso deste poder é geralmente empregado ou durante o combate ou quando o beholder decide caçar uma criatura mais rápida que ele.
Cause wounds1 : este é o principal ataque do beholder durante o combate. Assim como no disintegrate, o beholder não é imune ao cause wounds lançado por outros beholders.
Death ray: outro poder unicamente utilizado para ataque. Mas, diferente do cause wounds, os beholders são imunes a este poder quando lançado por outros beholders.
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Sorry, there are no polls available at the moment.- Não especifiquei aqui a quantidade de dano pois ela muda de edição para edição do D&D [↩]





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Belo post! Tornar-me-ei um leitor diário do site
Bem interessante e sem se dirigir a um sistema especifico.
Apesar de concordar que o Beholder é um dos monstros mais clássicos do D&D, aberrações não são o meu prato favorito.
Prefiro criaturas mais mundanas, como goblins, gigantes, até dragões. Aberrações e undeads eu geralmente ignoro.
@Juan: fico feliz que tenha gostado! Volte sempre!
@Arquimago: essa é a moral do Vorpal. Meus posts são, via de regra, só fluff, para que qualquer jogador de qualquer edição do D&D possa aproveitar. É claro que, em caso de conflito entre uma edição antiga e a 4E, darei preferência para a edição antiga. Gosto pessoal.
@Leo Barlach: putz, pra mim, D&D sem beholder não é D&D!
ANIMAL!
Como sempre, esses “posts completos” são perfeitos!!!
Abraços!
Muito bom! Já estou virando leitor assíduo dos posts completos. parabéns! Só acho que poderia ter mais ilustrações da criatura, quanto mais inédita melhor.